Jeffrey Dahmer e os limites da necrofilia

Em JEFF, na trilha da loucura, Daniel Cruz cita o caso de uma criança cuja mãe o flagrou fazendo uma esquisitice que a deixou horrorizada. Levado até uma clínica...

Em JEFF, na trilha da loucura, Daniel Cruz cita o caso de uma criança cuja mãe o flagrou fazendo uma esquisitice que a deixou horrorizada. Levado até uma clínica psiquiátrica, veio o diagnóstico: necrofilia. Mas, mesmo tratado pelos melhores psiquiatras, este menino cresceu para se tornar um assassino em série. Sua história é um exemplo da impossibilidade quase total de mudar o curso da linha evolutiva do serial killer — pelo menos no atual estágio do conhecimento humano.

O assassino em série não nasce do dia para a noite. É um longo processo de “fabricação” que começa, muitas vezes, antes do nascer. Uma questão interessante é o que acontece em determinado momento para fazer com que alguns deles se engajem nos atos mais extremos que conhecemos, como a necrofilia. E por falar em necrofilia, esta palavra é quase um sinônimo do caso Jeffrey Dahmer. A batalha feroz em torno do tema ocorrida em seu julgamento, com direito a testemunhos contraditórios e confusos de especialistas, mostrou o quão longe a ciência ainda está de entendê-la. Mas o que é bastante real é o nível extremista que alguns assassinos em série necrófilos atingem. O brasileiro Marcelo Costa de Andrade, por exemplo, gostava de voltar aos locais onde abandonou os corpos de suas vítimas para praticar o ato. Ele podia pegar a mão do esqueleto e se masturbar com ela enquanto se arranhava com a outra mão esquelética ou colocar o pênis dentro da boca do cadáver e simular sexo oral (e ele não se importava se o orifício estava cheio de larvas).

Jeffrey Dahmer, por sua vez, se engajou em atos necrófilos além da imaginação, muitos dos quais foram revelados em seu julgamento por psiquiatras. Se ele contou tudo que fez ou ocultou algumas coisas, essa é uma questão em aberto. O que sabemos, entretanto, já é mais do que suficiente.

No livro JEFF, na trilha da loucura, a questão da necrofilia é discutida no âmbito do caso Jeffrey Dahmer — de teorias científicas a paralelos com outros assassinos em série, alguns tão antigos que datam de séculos.

JEFF, na trilha da loucura


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"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." (Platão)
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