Jeffrey Dahmer e a polaroide de Errol Lindsey

Investigadores de polícia não se impressionam facilmente. Eles estão tão acostumados com o círculo inimaginável e ininterrupto de maldades do ser humano, que mesmo aquilo que eles nunca viram...

Investigadores de polícia não se impressionam facilmente. Eles estão tão acostumados com o círculo inimaginável e ininterrupto de maldades do ser humano, que mesmo aquilo que eles nunca viram não os chocam ou abalam. Policiais são estudiosos e ainda que jamais tenham tido em suas carreiras a chance de trabalhar em um caso envolvendo um assassino em série, eles sabem que esses criminosos existem e sabem das atrocidades das quais são capazes.

Nas semanas de julho e agosto de 1991, a dupla de investigadores Pat Kennedy e Dennis Murphy foi atingida pela singularidade chocante da maldade. Sentando-se diante do abismo de horrores sem fim representado pelo olhar morto e monótono de Jeff Dahmer, eles se impressionaram com muitas coisas, mas uma das polaroides tiradas pelo assassino foi de longe a coisa mais surreal que eles viram. “Eu nunca vi nada como aquilo na minha vida”, diria Kennedy anos depois.

A vítima era o simpático Errol Lindsey, irmão de Rita Isbell, a mesma que partiu para cima de Jeff no tribunal. Após atrair Lindsey até o seu apartamento, drogá-lo e estrangulá-lo, Dahmer tirou seis fotos do rapaz de 19 anos e uma delas mostrava o cadáver sem as mãos e completamente esfolado em cima de um plástico no chão do quarto, no melhor estilo Dexter. A cartilagem, ligamentos e o tecido muscular estavam todos intactos, mas a pele e o cabelo foram arrancados do seu rosto e corpo.

A imagem assombrou os detetives. “Que merda foi essa aqui, Jeff?” perguntou o durão Murphy. Ele queria entender como Jeff foi capaz de fazer aquilo. A explicação inicial veio no melhor estilo Jeff: “Não foi nada demais. A pele é separável, tipo como puxar a pele de uma galinha que você vai cozinhar”, disse o assassino. A questão principal, porém, residia não em “como” ele fez, mas “porquê”. E foi aí que a coisa desandou para o universo das bizarrices dahmerianas.

O comportamento ritualista do assassino em série diz muito sobre a sua patologia. Remover a pele da vítima não foi um ato qualquer, mas uma reveladora peça do mosaico psicológico de Jeffrey Dahmer.

JEFF, na trilha da loucura


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"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." (Platão)
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